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sábado, 20 de julho de 2019

Campanha de incentivo à cultura é lançada no período do plebiscito para a exclusão do fator financeiro

 Nesta tarde, dia 20 de julho, o Clar M. Soto lançou o seu programa de patrocínio (em dinheiro) à artistas, chamado de #PRODUZARTE (Para saber mais clique aqui). O programa visa incentivar a cultura em Sotóvia, patrocinando em dinheiro todos aqueles que desejam se tornar artistas profissionais. Segundo Soto, "A arte e a cultura são fundamentais para uma sociedade, pois um povo sem cultura, é um povo sem identidade".
 Mas apesar disso, Soto iniciou hoje de manhã, um plebiscito que visa abolir o fator financeiro de Sotóvia, para criar uma sociedade de livre associação: "De cada qual, segundo sua capacidade; a cada qual, segundo suas necessidades".
 Segundo Soto, "o fator financeiro só visa o lucro e isso faz com que o egoísmo humano destrua o meio ambiente e as pessoas". Soto disse também que, se este sistema for aprovado pelo povo através de votos diretos (como ocorre em todo plebiscito de Sotóvia), o mercado sotoviano deixaria de existir e todas as coisas não seriam produzidas em grande escala visando o lucro, mas sim, seriam produzidas apenas para suprir as necessidades do povo, fazendo com que apenas o que é necessário seja produzido, visando o bem-estar social e não o lucro.
 O plebiscito chegou hoje a ter 5x0 dos votos (mais da metade da população), porém, como o programa de incentivo à cultura #PRODUZARTE também foi criado hoje, Soto diz que as pessoas cidadãs terão o prazo de até amanhã às 22:00 para mudar seus votos. Caso contrário, o programa será abandonado e, segundo Soto, "a arte será produzida da mesma maneira que todas as coisas serão produzidas numa sociedade de livre associação".
 Hoje, os maiores produtos do mercado sotoviano são cookies orgânicos e lenços de papel (todos importados do Brasil), mas segundo Soto, caso a sociedade de livre associação seja colocada em prática, os produtos do mercado poderão ser distribuídos gratuitamente para quem quisesse.
 As instituições de saúde, educação e segurança que fazem parte do governo, continuarão sendo gratuitas, porém, as privadas também deverão oferecer serviços gratuitos ao povo, já que o fator financeiro deixará de existir.
 Durante o plebiscito, houve um grande debate entre Soto e a população em geral para decidir o quão este sistema é viável. A conclusão a que todos chegaram é de que este sistema pode dar certo em uma comunidade pequena, uma micronação como é o caso de Sotóvia com poucos habitantes. Logo, o plebiscito teve a maioria dos votos.

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